Filha de um dos piores vizinhos da rua, Luana e eu trocamos olhares “apaixonados” quase todos os dias. Esperei que ela completasse 18 anos e também um melhor momento para chegar nela, pois pensa em uma garota bem vigiada pelo pai, praticamente, 24 horas por dia.
Luana deve ter um metro e setenta e pouco de altura, linda de rosto, longo cabelo liso castanho, cintura fina, seios pequenos, mas uma bunda grande que deixa qualquer um maluco a ponto de “enfrentar” o pai, policial aposentado da Civil.
Já sabendo os horários em que Luana tem seus compromissos, só bastou fazer aniversário que ela pediu ao pai mais “liberdade” e eis que o coroa achou que a filha caminharia para a academia, mas ela foi mesmo para a minha casa, conforme combinamos por mensagens.
Eu já aguardava a minha deliciosa vizinha no portão de minha casa, mas quando a vi saindo de sua casa usando uma legging cinza bem coladinha e com uma bela visão de frente, rapidamente fiquei excitado. Enquanto Luana caminhava pela rua, notei que o pai dela observava atentamente a filha, às escondidas. Foi uma sorte eu ter visto isso e avisado Luana, porque se ele visse a “menininha virgem” entrando aqui em casa, morto seria pouco para mim.
Ao finalmente entrar na minha casa, tão logo eu agarrei Luana pela cinturinha fina e colamos nossos corpos para um delicioso e demorado beijo na boca. Segundo as mensagens enviadas por essa minha vizinha, ela era virgem de tudo e eu, o ganhador da loteria.
Tentei não começar logo a passar as minhas mãos nas partes que eu mais desejava de Luana, mas fiz questão de que ela sentisse meu membro duro e latejante, que rocei por entre suas pernas, sua barriga e coxas.
Mais um pouco, acho que a gente transaria ali mesmo, no jardim. Mostrei minha casa para Luana e enquanto ela estava de costas para mim, comia sua bunda com os meus olhos famintos e não parava de babar. Nunca estive tão perto daquela “deusa”.
Sentamos no sofá da minha sala e recomeçamos com mais beijos salientes e apaixonados, mas não demorou muito para a troca de línguas e em poucos minutos, minha mão entrava na blusa de manga comprida de Luana. Com apenas dois dedos eu abri o sutiã da gostosinha e logo tirei tudo que a cobria da cintura para cima.
Bastou que eu beijasse o pescoço de Luana e sussurrar que estava apaixonado, que ela liberou tudo. Lambi pescoço e rapidamente comecei a engolir os peitinhos de bicos durinhos da minha vizinha de pele branquinha, que começou a gemer baixinho. Revirando os meus olhos com o sabor dos peitinhos, fui passando a mão nas coxas grossas de Luana e não demorou muito para que eu colocasse minha mão por entre as pernas dela.
Assim que eu deixei a minha vizinha maluca de tesão, a levei para o meu quarto e da sala até a cama, fui passando as minhas mãos com vontade na bunda enorme de Luana. Antes que ela sentasse na minha cama, eu abaixei a sua calça legging, junto com uma calcinha branca de detalhes coloridos, que me deixou ainda mais excitado. Me maravilhei ao ver uma boceta carnuda e peladinha.
Luana ficou envergonhada quando tirei a minha roupa e muito vermelhinha ao olhar para a minha rola ereta, grossa, grande e que não parava de latejar. Em pé e de frente para ela, fui aproximando a minha pica. Ela não sabia o que fazer, e tão logo eu comecei a roçar minha rola na cara de Luana. Sorri ao ver meu pau passando pelo rostinho curioso da virgem, por seus cabelos e o abaixar para passar a cabeça da minha rola nos lábios delicados da minha vizinha.
Ao sentir meu pau sendo lentamente engolido pela virgem, fui revirando os meus olhos e achei melhor não foder de uma vez aquela gostosa vizinha. Fiquei falando para Luana que o que ela estava fazendo era um delicioso boquete e não demorei em agarrar a cabeça dela e meter um pouco mais rápido. Do jeito que eu estava excitado, gozei rapidinho e tudo dentro da boca de Luana. A orientei para que engolisse meu “leitinho” e cada vez mais sentia que tinha poder.
Voltei a usar a minha língua e boca por todo o corpo de Luana. Beijei, lambi, chupei e penetrei. Ela relutou um pouco quando chupei sua xaninha e claro, seu cuzinho, mas assim que ela voltou a sentir prazer, deu uma relaxada a ponto de ficar de quatro para mim. Juro que na minha mente eu planejava começar bem devagar, mas a bela visão daquela gostosa na minha frente, se oferecendo para mim, me deixou insano.
Rocei meu pau duro por entre as pernas de Luana e fiquei forçando a penetração, tanto vaginal quanto anal, mas ao sentir a cabeça do meu pau deflorando a xaninha dela, não me aguentei por muito tempo no papel de apaixonado cuidadoso.
Em segundos eu virei um bruto e fui metendo cada vez mais rápido e com força. Nós misturamos nossos gemidos e gritos, a cama rangia como se estivesse para se desmontar. Segurava Luana com as minhas mãos em sua cintura e via todo o meu cacete penetrando uma xaninha apertada e já não mais virgem. Sorria com aquele prazer indescritível, não mais colocando freios em mim. Não pensava mais em ser gentil com aquela safada, pois ela pedia por mais e mais.
Puxei Luana pelos cabelos, a chamava de vagabunda e vadia, dei-lhe tapas em sua bunda a ponto de ficar vermelha e não parava de fodê-la.
Senti o corpo dela amolecendo, um longo gemido fino e a boca dela aberta, em uma mistura de dor com prazer. Afundava meu pau com gosto, mas ao sentir que estava para “explodir” não consegui mais ter controle.
Enquanto sentia longas jorradas de porra se esvaindo de meu pau, ainda assim, eu não parava de comer a gostosa da minha vizinha, que há anos se oferecia para mim e agora, sendo finalmente fodida, declarou me amar. Sem mais energia e sentindo meu pau amolecendo dentro de Luana, o meu medo não era apenas do pai dela e sim, se eu for o papai agora.