Conto Erótico: Ficando com a gostosinha da academia

Elas, amigas, sempre andam juntas, tanto chegando quanto saindo da academia e nunca que eu conseguia chegar na mais magrinha e gostosa, que se chama Mila.

Mila tem um metro e cinquenta e sete de altura, quarenta e cinco quilos e sei disso porque eu estava bem pertinho de sua avaliação física, no dia em que entrou na academia. Magrinha, seios minúsculos, bundinha pequena e redondinha, com longos cabelos pretos e olhos verdes. 

Apesar das descrições, Mila não era mais bonita que sua amiga Sara, uma ruivinha deliciosa que eu também queria conhecer melhor. Contudo, foi a primeira que caiu nas minhas “graças”.

Muitas trocas de olhares, cumprimentos e sorrisos depois, a primeira vez que Mila veio sem sua amiga, eu cheguei junto. E ela estava ainda mais menininha com sua roupa de legging em cores infantis, como rosa e azul claro. Mesmo assim, não me deixou menos excitado. Muito pelo contrário.

E eu sou um verdadeiro “monstro” perto de Mila, com meus um metro e oitenta e dois de altura e quase cem quilos. 

Olhando para uma magrinha como Mila, suas mãos delicadas e sua boca de lábios finos, eu só pensava em foder com força, mas só depois de chupá-la por completo.

Assumo que eu parecia um tarado olhando para aquela magrinha, por mais discreto que fosse. Meu pau endureceu assim que eu vi Mila sozinha e não perdi tempo com mais trocas de olhares e sorrisos. 

Me ofereci para treinarmos juntos e não demorou para que as conversas ficassem mais animadas.

Logo soube que ela tinha brigado com sua amiga ruivinha e que Mila estava solteira, justamente por causa da amiga, que lhe “roubou” o namorado. 

Logo imaginei um plano para reconquistar a tal da Sara, que segundo Mila, ficou arrependida por ter ficado com o seu “peguete”. Para mim, Mila disse que o outro cara lá não era nada para ela e foi só me dando dicas de como gostava de ser conquistada e tratada. E muito obrigado por isso!

Quanto mais tempo eu passava com Mila, mais eu fantasiava ficar com ela a sós no meu apartamento e fui me oferecendo a fazer uma massagem assim que ela me disse que estava com dores nas costas.

Sacando a minha malícia, disse que não iria para a cama comigo justamente porque era a nossa primeira conversa, mas aceitou o meu convite para uma massagem. Só de colocar as mãos naquela magrinha sem ninguém por perto, provavelmente eu gozaria fácil.

Não querendo ficar muito suada e suja, eu e Mila saímos cedo do nosso treino e fomos andando para o meu apartamento, que não fica muito longe da academia. Descobrindo isso, Mila ficou até mais animada.

Ela estava usando uma calça legging que misturava as cores azul claro e rosa. Estava tão coladinha que cheguei a pensar que ela não estivesse usando calcinha. Para completar o “look”, um top pequeno rosa, com um leve decote.

Mesmo discretamente, babava para a barriguinha à mostra e sua cinturinha fina, sentindo uma absurda água na boca, louco para passar a minha boca por toda aquela gostosinha.

Para ficar ainda melhor, Mila usava o seu longo e liso cabelo preso, num rabo de cavalo que parecia me provocar arrepios, assim como seu perfume levemente adocicado.

Ao chegarmos no meu pequeno apartamento, Mila percebeu que não tínhamos muito outro espaço ou mobília para deitar a fim de eu fazer a massagem. Foi nesse momento que eu pensei:

“Se entrar no meu quarto, só vai sair depois que eu apagar de tanto foder!”

Porém, mantendo a palavra, Mila não foi para o meu quarto, mas começou a me seduzir ali mesmo, no meio da minha sala.

— Você prefere que eu fique de roupa ou tire? — ela pergunta, dando um sorriso malicioso e no qual, eu me aproximo de Mila e sem mais esconder a minha excitação, respondo:

— Deixa que eu tiro pra você…

Logo comecei a passar as minhas mãos naquela baixinha magrinha, que continuava sorridente, mas um pouco envergonhada ao ver a minha rola ereta por baixo do meu short preto de academia.

Como sou alto, minha rola estava quase na altura da boca de Mila e novamente, fiz questão que ela visse a minha pica dura e latejante. Tudo por causa dela.

Sentei no meu sofá e puxei a magrinha para perto de mim. Alisei todo o seu corpo magro, com Mila fechando os olhos e sussurrando:

— Já está começando a massagem, não é?

Respondi que sim, assim que eu fui passando as minhas mãos por entre suas coxas finas. 

Não me demorei muito e fui tirando o top dela, jogando longe e a virando para que ficasse na minha frente. 

Mila continuava de olhos fechados, com seu sorrisinho feliz e eu, fixando meus olhos em seus peitinhos pequenos, de aréolas alaranjadas e bicos pequenos e pontudos.

Passei minhas mãos pela barriga, cintura e costas de Mila, até finalmente acariciar os peitinhos dela e sem demoras, chupá-los.

Mal experimentei os peitinhos de Mila, fui revirando meus olhos, com aquele sabor delicioso. A magrinha gemia baixinho, enquanto eu fazia de tudo com aqueles peitinhos gostosos.

Chupei, lambi, suguei. Depois tentava engolir os peitinhos de Mila, que agora, ficava de pernas bambas enquanto eu ainda mamava em seus seios delicados. 

Tentei morder os bicos e quando consegui, Mila falou para mim:

— Desse jeito eu gozo fácil…

Mas não era só porque eu mamava em seus seios com vontade. E sim, porque eu também a estava masturbando, com os meus dedos por entre suas pernas.

Mesmo com ela de calça legging, dava-se para sentir sua xaninha molhada e isso só aumentava a minha vontade de chupá-la por completo.

Não demorou muito para que os bicos dos peitinhos de Mila ficassem pontudos e sensíveis demais para serem espremidos por meus lábios. Assim, fui passando a minha língua pela barriga negativa da magrinha, cravando a minha boca com firmeza em sua cintura e logo passando a língua no pescoço dela, depois o rosto e a deixando sem ar ao beijar sua boca de lábios finos.

Enquanto deixava a Mila tonta com o meu beijo, enfiando a minha língua em sua delicada boca, fui abaixando a calça dela e me surpreendendo ainda mais ao descobrir que ela realmente estava sem calcinha.

Quando a vi peladinha, logo Mila se justificou sobre a sua calcinha, mas antes de dizer qualquer palavra, ao sentir meus dedos lambrecar sua boceta carnuda, só conseguiu revirar os olhos e gemer.

Se eu já estava apaixonado pelos peitinhos, ao tocar e sentir o grelho de Mila, fui logo a virando de costas, justamente para apreciar aquela parte mais gostosa da magrinha.

Ao ver os lábios da boceta para fora, com aquela xaninha inchada, só deu mais água na boca.

Apertei a pequena e redondinha bunda de Mila, logo deixando suas nádegas vermelhinhas com as minhas mãos brutas. 

Rapidamente fiz Mila abaixar da cintura para cima, fazendo com que a sua bunda ficasse mais empinadinha e pudesse apreciar a mais bela vista do meu apartamento: a xaninha cheirosa daquela magrinha e seu cuzinho apertado.

Não sei o que mais me deixou ensandecido. O cheiro da boceta meladinha ou do cuzinho. Mais uma vez, puxei Mila para perto de mim e fui logo lambendo sua boceta, arrancando dela, os gemidos mais altos.

Da boceta fui cuspindo no cuzinho da magrinha assim que ela afastou as nádegas com as mãos. Logo percebi que ela estava me oferecendo muito mais do que eu poderia imaginar.

“Quem sabe assim ela não me perde para a sua amiga.” — pensei, extrapolando e metendo meu dedo do meio no cuzinho de Mila, que não parava de gemer.

Mila não aguentou e foi para o chão da minha sala, ficando de joelhos na minha frente, empinando-se ao máximo.

Rapidamente tirei minha roupa e ao ver a minha rola ereta, grossa e latejando sem controle, Mila arregalou os olhos e depois perguntou:

— Você tem camisinha?

Olhava para o cuzinho dela, cuspia na cabeça da minha pica e com olhar de tarado, respondi:

— Onde eu vou meter, não precisa disso.

— Você não acha que vai comer meu cuzinho logo no primeiro encontro, vai? — ela perguntou, sem demonstrar resistência, enquanto eu me ajeitava por trás dela, agarrando sua cintura e começando a forçar a cabeça da minha rola em seu cuzinho, que ficava piscando para mim.

Segurando meu pau e o forçando para penetrar no cuzinho, Mila gemia para mim:

— Não! Para. Está doendo…

O efeito foi o contrário, é claro. 

Escutar os gemidos de prazer daquela magrinha, sua carinha de quem estava adorando aquilo e a deixando mais excitada quando puxei com força pelo cabelo, tudo não passava de um teatrinho.

Assim que a cabeça da minha rola entrou e eu puxei com mais força a Mila por seu rabo de cavalo, eis que ela disse:

— Desse jeito… Vai… Enfia tudo dentro de mim, seu bruto!

Mila desabou no chão da minha sala e eu fui para cima dela, usando o peso do meu corpo para penetrar toda a minha pica no cuzinho mais gostoso que já provei.

A magrinha sumiu debaixo de mim e eu, socando cada vez mais forte, tapei a boca de Mila e sussurrava no ouvido dela:

— Vai, sua vadia! Vagabunda! Está gostando de toda a minha rola dentro de seu cuzinho?

Com a boca tapada, Mila gemia algumas vezes, mas gritava a cada socada funda e bruta que eu dava. Estava devagar, apesar das metidas brutas. 

Eis que eu perdi o controle e fui socando cada vez mais rápido e, com uma mão na boca de Mila e a outra puxando o cabelo dela, continuava a sussurrar no ouvido dela:

— Vai putinha! Me faz gozar com esse seu cuzinho.

Acho que eu meti por mais uns três a quatro minutos e com a gente completamente suados, resolvi tirar a minha rola do cuzinho e experimentar a boceta de Mila.

Pensei que ela reclamaria, mas ao socar igualmente com brutalidade na boceta, Mila continuava a gemer e a revirar os olhos. 

Sentia minha mão, que estava tapando a boca da magrinha, ficando toda babada, então eu a tirei e meti um tapa na cara de Mila, que pareceu gostar muito mais do que eu.

Contudo, não sei explicar o que me fez gozar logo depois. Escutar Mila pedindo para que eu a fodesse com mais força ou sua xaninha ficando mais quente e molhada ou quem sabe, seus gemidos angelicais.

O fato é que eu tirei meu pau segundos antes de gozar dentro da boceta de Mila e enfiei em seu cuzinho. Só de enfiar a cabeça da minha rola no cuzinho, não tive mais controle das minhas gozadas.

Agora era eu quem estava loucamente gemendo e sorrindo de orelha a orelha, ejaculando como que toda a minha “energia” para dentro daquela magrinha.

Sem mais forças, saí de cima da magrinha e me deitei ao lado dela, ainda sentindo algumas jorradas de porra e meu pau amolecendo bem devagar.

Simplesmente apaguei e ao acordar, com o meu apartamento todo escuro, achei que tinha tido um sonho, mas ao acender as luzes, me deparei com um bilhetinho escrito por Mila, com uma frase que prometia mais “massagens” e seu número de celular.

Debaixo do chuveiro, fiquei pensando em Sara e em como eu poderia enganá-la e me aproveitar da briga das amigas para me dar bem, mais uma vez. Por fim, pensei:

“Será que foi a mesma coisa que o tal do peguete de Mila fez? Pegou uma e se aproveitou da amizade para ficar com a outra?”

Sorri ao pensar sobre isso, mesmo sentindo meu tesão voltar ao pensar em Mila, aquela magrinha que todo mundo da academia não vê “graça”.