Não tinha como não prestar atenção em Carmem. Belas curvas salientes, coxas grossas, bumbum grande, seios fartos, pele branca com sardas, cabelos ondulados e sedosos, lábios carnudos com brilhos e uma carinha de quem queria me dar por horas.
Mal o marido de Carmem saiu com os filhos, que a coroa apareceu no portão da minha casa, me convidando com seus olhos e sorrisos, para que eu a ajudasse em uma “coisinha” que ela não “entendia” muito bem no seu computador. A coroa estava usando um vestido florido decotado e eu nem sabia se tinha saído de roupa pois me tremia de excitação.
Carmem desfilava na minha frente usando um salto alto preto e não se preocupava em nada com os vizinhos, afinal, grande parte já tinha saído para trabalhar e os fofoqueiros não aguentavam o frio da manhã, mas aquela coroa exalava um fogo… Eu a seguia com tesão, sentindo o perfume dela que me fazia sorrir com a loucura que eu estava cometendo, mas fazer o quê, ela está praticamente “solteira” em sua própria casa e buscava por prazer.
Bastou passarmos para dentro da casa de Carmem que ela foi logo me abraçando, beijando e se esfregando em mim. Eis que a coroa então encosta na parede da cozinha e me olhando com uma cara de safadinha, vai subindo a parte de baixo do vestido. Olho para as coxas grossas e brancas dela, curioso para saber até onde ela vai subir o vestido e então ela me revela estar sem calcinha e claro, com uma boceta igual a um capô de fusca, não de toda raspada, pois tinha um pequeno “bigodinho” aparado.
Meu pau cresce com aquela pequena revelação e ela foca seus olhos por entre as minhas pernas. — Vamos até o meu quarto para você olhar de perto o meu… “computador”. — disse Carmem, me puxando pela mão e rebolando. Eu estava com a garganta seca, mas ao entrarmos em um quarto que não era de casal e tinha mesmo um computador, vi que também tinha uma cama e logo a coroa me empurra para lá, dizendo por fim: — Deixa que eu tiro a sua roupa.
Carmem tira as minhas sandálias mordendo os lábios e pergunta se eu já tinha enfiado o pé na “perdição”. Não sei o que aquilo significava até ela pegar o meu pé esquerdo e passá-lo por entre suas coxas e puxando para cima até ficar por dentro do vestido. Em segundos sinto a ponta dos meus pés tocando a boceta dela, bem de leve. Estico meus dedos para sentir mais aquela boceta, mas ela o larga dando um sorriso sacana.
A coroa vai para a outra ponta da cama e tira a minha camiseta, abaixa a cabeça e usa os cabelos para me fazer cócegas em minha barriga e sinto ao mesmo tempo os pesados peitos dela em cima do meu rosto. Finalmente ela dá uma passada de língua na minha barriga e usa suas unhas grandes para me deixar todo arrepiado, a fim de abrir meu short.
— Quer que eu tire seu short com a boca ou com a minha boceta? — a coroa pergunta e percebendo a minha curiosidade, eis que ela vai me explicar como é cada opção, não sem antes tirar o vestido e ficar apenas de salto alto preto.
Carmem então sobe na cama e eu não sei para onde olhar. Talvez para a cara de safada que ela me faz. Ou talvez para os peitos enormes de bicos grandes que estão apontados em direção opostas. Enfim. Carmem então começa a usar a boca para tentar tirar o meu short e eu levanto a minha cintura para ajudá-la a tirar mais rápido, mas ela quer se demorar naquela tarefa.
A coroa lambe minha barriga bem devagar, sorrindo ao sentir meu pau pulsar descontroladamente dentro da minha cueca. Ela usa o cabelo para me fazer massagem e volta a lamber a minha cintura. Morde o botão do meu short e mostra seus dentes brancos em um sorriso sacana e logo depois abaixa o zíper. Carmem esfrega seus lábios grossos por cima da cueca, me batendo uma punheta diferente. Cheira meu pau e geme, para então sussurrar mais para ela do que para mim:
— Estou louca para sentir um gostinho diferente…
A cabeça do meu pau sai um pouco fora da cueca e isso a deixa excitada. De repente, Carmem levanta a cabeça e diz para mim: — Eu ia te mostrar como se tira de outra forma, mas eu e você sabemos o que eu quero agora. Bom, eu ainda não tinha certeza do que ela queria, mas ao sentir a boca da coroa engolindo a minha rola sem tirar o meu short ou a minha cueca direito e começando um boquete babado, não tinha mais o que pensar.
Carmem usava seus lábios com força na minha pica, mas engolia meu membro bem devagar, quase em câmera lenta. Levemente usou os dentes em minha rola, me deixando mais relaxado. Meu pau latejava sem controle com aquela mamada e não demorou muito para que Carmem ditasse o ritmo do boquete conforme os meus gemidos.
Prestes a gozar, a coroa foi aumentando o ritmo das chupadas, incluindo garganta profunda. Deixou todo o meu pau molhado e usava as unhas em minhas coxas e barriga para aumentar o meu tesão. Então eu agarrei a cabeça dela e fui levantando o meio do meu corpo para socar meu pau até o talo dentro daquela boquinha. Em segundos eu senti uma verdadeira explosão e um longo jato de porra se esvaiu de dentro de mim. Para a minha surpresa, eis que Carmem começa a sugar a minha pica e gemer, como se estivesse provando a melhor coisa do mundo. Mamava e sugava minha rola e ao sentir que eu já não tinha mais “leitinho” para ela, ela joga os cabelos para o lado, sorri para mim e mostra a boca limpinha. Então comentou:
— Adorei o meu café da manhã. Quer provar o seu agora?