Sexta-feira, começo do fim de semana e mais uma vez, enfrentando um metrô lotado, no qual eu vou me apertando junto com todas as outras pessoas.
Sem muito controle de andar naquele vagão de um metrô lotado, eis que eu fico atrás de uma loirinha de vestido verde bem coladinho ao corpo e por mais que eu tente escapar daquela situação, não consigo.
Infelizmente, tudo naquela mulher me deixou rapidamente excitado. O seu vestido justo, sua bunda bem redondinha, seu perfume delicioso e para “piorar” toda a situação, estou há meses sem sexo e por mais que eu me masturbe todos os dias, não tem como não sentir saudade de corpos quentes e colados, justamente o que estava acontecendo comigo naquele momento.
Fiz tudo o que estava ao meu alcance para não parecer mais um tarado praticando assédio dentro do metrô. Segurava com as minhas duas mãos a barra metálica acima da minha cabeça, coloquei minha bolsa marrom entre e a loirinha e eu, olhava “ao longe” para me desconcentrar e respirava fundo.
Não tinha jeito, o ambiente era de grande aglomeração, com movimentação de passageiros, indo e voltando, me empurrando diversas vezes.
Não sei se foi intencional ou não, mas a loirinha ficou incomodada com a minha bolsa atrás dela e gentilmente pediu para tirar, comentando comigo: — Não tem o que fazer quando o vagão está lotado, não é? Depois ela jogou o cabelo para o lado, deu um sorrisinho sacana e para me deixar completamente maluco, deu uma reboladinha discreta e lenta na minha frente, colando o bumbum por entre as minhas pernas.
Em questão de segundos fiquei de pau duro e não tinha como arrumar meu membro, que estava “torto” dentro de minha calça social preta. E a loirinha, ao sentir meu cacete como uma tora, me olhou mais uma vez com uma carinha de safada que quase me deixou de pernas bambas.
Cada vez que a porta do vagão do metrô se abria, eu e a loirinha nos afastávamos das pessoas que estavam sentadas nos bancos, até que finalmente chegamos a uma porta de saída que há meses não se abre. Ela ficou quase com o rostinho colado no vidro e eu, sem ter onde segurar, colei ainda mais no corpo da loirinha, que para o meu delírio, empinava a bunda para mim.
À nossa volta havia pessoas que ou dormiam ou não queriam estar ali e nos davam as costas. Atrás de nós, um grupinho que não tirava os olhos dos celulares e percebendo que estávamos invisíveis naquele vagão e que aquela loirinha estava bem safadinha, resolvi me entregar à putaria.
Dei uma colada bruta atrás da loirinha, pressionando meu pau duro na bunda da gostosa que para o meu delírio, gemeu baixinho e me “respondeu” rebolando mais rápido. Revirei meus olhos e tentei me acalmar, contudo, sentia meu pau latejar sem controle.
Por mais que meu cacete estivesse duro e recebendo a rebolada da loirinha, tinha que “arrumá-lo” dentro da minha calça. Então, para não me desiquilibrar, peguei na cintura da loirinha e com a minha mão direita, abaixei o zíper da minha calça e tentei endireitar meu pau.
Da minha visão de cima, fiquei me maravilhando com a bunda da loirinha à minha frente. Decidi então me arriscar e tirei meu pau de dentro da calça, o que me deixou mais aliviado por deixá-lo “soltinho”.
Em seguida, sem pensar muito nas consequências, peguei a mão da loirinha e puxei para trás direcionando em minha rola. A jovem logo apertou meu pau e começou a me bater uma leve punheta, que me deixou desestabilizado.
Desci minha mão esquerda da cintura para a bunda da loirinha e adorei sentir aquela bunda meio mole o que me fez apertar com força. Notei que assim que comecei a passar a mão na loirinha vi pelo reflexo do vidro os bicos dos peitos dela se destacando por baixo do vestido. Arregalei os olhos e sussurrei: — Não acredito que está sem sutiã…
Dei um “cheiro” no pescoço da gostosa com direito à uma lambida e dessa vez, quem ficou de pernas bambas fora ela. Subi o vestido e comecei a esfregar a minha rola na bunda da loirinha e claro, passando a minha mão em suas nádegas. Com a minha mão direita agarrei logo um dos seios e ao sentir o bico durinho, fui ficando cada vez mais enlouquecido.
— Caralho, vou ter que te foder aqui mesmo! — sussurrei no ouvido da loirinha e discretamente olhei à nossa volta. Ninguém dava a mínima ou não percebiam o que estava rolando ali.
Me abaixei um pouco e senti meu pau roçando por entre as pernas da gostosa até finalmente sentir uma calcinha úmida. Puxei com discrição a calcinha para o lado e fui roçando meu cacete em uma xaninha quente que me deu água na boca. Adoraria sentir o gosto daquela boceta.
Em seguida, a loirinha empina a bunda de tal forma que cola o rostinho no vidro e fica fácil a penetração. Sinto a cabeça da minha rola penetrando uma xaninha apertada e vou revirando meus olhos com aquele prazer surreal. Olho pelo reflexo do vidro e a loirinha está com uma cara de quem está adorando, porém, começa a gemer e eu tive que tapar a boca dela para não despertar a atenção de todos à nossa volta.
Vou lentamente penetrando aquela gostosa, mas a vontade era de enfiar meu pau todo dentro e com força a fim de perder o controle naquela foda. Agarro e aperto o seio da gostosinha que começa a rebolar enquanto eu afundo meu pau. Em pouco tempo vou acelerando as minhas metidas e enfiando tudo. Sinto a loirinha babando e lambendo a palma da minha mão enquanto eu aperto os bicos dos seios dela.
Percebi que passamos duas estações e quando o vagão ficou mais escurinho fui socando com mais força e mais rápido, colocando meu corpo na loirinha.
Não demora muito e aproximo minha boca no ouvido da gostosinha para que ela escute meus gemidos. Ao avisar que estava gozando não parei de penetrar. Foi quase como uma explosão. Metia cada vez mais rápido e sentia minha porra quente dentro da loirinha, que só gemia e babava.
Quando finalmente parei de foder aquela safada, tirei a mão da boca dela e vi o sorriso de orelha a orelha da loirinha. Sentia meu pau pulsando dentro da xaninha e um alívio indescritível tomou conta de mim. Tirei meu pau já amolecendo e enquanto o guardava dentro de minha calça, pude ver meu “leitinho” escorrendo pelas pernas da gostosa e ela se contorcendo na minha frente.
Baixei o vestido, ajudei a loirinha a se arrumar e ela virou-se de frente para mim, sorridente. Olhei para os bicos dos peitos dela que continuavam a se destacar debaixo do vestido verde e outra vez deu vontade de usar a minha boca para chupar. Trocamos números de telefone, uns beijos e ela disse por fim, antes de sair do vagão sussurrou no meu ouvido:
— Amanhã dou um jeito de vir sem calcinha…