Conto Erótico: Comendo a esposa do meu chefe, na frente dele

Trabalhar com o meu chefe Ricardo Augusto é ter a certeza de que nunca vou saber a que horas vai terminar o meu expediente. 

E hoje, sexta-feira, ainda meio bêbado antes do final de semana, levei mais esporros e xingamentos por conta da minha falta de atenção.

Houve momentos em quase mandei meu chefe tomar no rabo dele. 

Ricardo está na casa dos cinquenta e muitos, mas adora umas novinhas e tenho certeza de que hoje ele transou com sua mais nova secretária, a Patrícia, uma loirinha de seios enormes, lindos olhos azuis, mas que mal sabe ligar um computador, não entende a impressora e fica com os olhos em seu celular, enquanto eu faço o meu trabalho e o dela também.

Ao passar quase uma hora trancada no escritório do Ricardo, Patrícia saiu descabelada, suada e com algo na boca que não queria engolir de jeito nenhum. 

Mesmo eu achando graça nisso, acabou que o trabalho do dia ficou acumulado e infelizmente tive que ir para a casa do meu chefe, agora, fazer o trabalho que era responsabilidade dele.

Contudo, ao chegarmos, eis que eu me deparo com uma loira que a princípio, penso ser a filha dele, a Karolina, mas me surpreendo ao descobrir que é a esposa. 

Karolina está na casa dos vinte e poucos anos. Também é loira, olhos claros, linda de rosto e de corpo. Vi uma certa semelhança com a secretária que meu chefe comeu hoje mais cedo e ao que deu a entender, a esposa dele parecia saber disso também, pois foi logo perguntando que batom vermelho era no colarinho dele e de quem era o perfume de puta que estava impregnado nele. 

A coisa ferveu e eu estava bem ali, no meio de uma discussão acalorada de um casal que não tinha a ver. Durante a briga foi que percebi.

A mulher do meu chefe estava arrumada para sair, pois era o aniversário de casamento deles. E a parte mais cômica foi quando eu levei mais uma vez um esporro, por não ter lembrado e muito menos, comprado o presente da Karolina. 

Ao final da discussão, meu chefe foi se trancar no escritório dizendo que viraria a garrafa de uísque e a mulher dele, a Karol, me pegou pelo braço e o ameaçou: 

— E eu vou me vingar dando para o seu funcionário! Vou deixar que ele faça o que quiser comigo e na nossa cama! 

— Ah, pode fazer o que quiser com ele! Desconfio de que ele seja gay! — e meu chefe deu uma gargalhada batendo a porta do escritório, como que se tivesse vencido a tal da discussão. 

Karol não quis nem saber. Me pegou pela mão e me puxou escada acima e ao entrarmos no quarto de casal, ela fechou a porta e me disse: 

— Tenho 3 certezas! A primeira é que meu marido me traiu hoje. A segunda é que você não é gay.  

— E a terceira? — perguntei curioso. 

— A de que você pode realizar todas as suas fantasias comigo nessa noite. 

Meu pau endureceu em segundos, mesmo eu não querendo muito. Olhei para aquela linda loira que estava com um vestido verde decotado e curto.

Karolina sorria para mim, ficando ainda mais linda, enquanto eu me deliciava com suas curvas. 

— Vai, Lucas. Você é quem manda aqui. O que quer? Pode pedir qualquer coisa. Hoje você ganhou uma verdadeira puta submissa. E não se preocupe com o babaca do seu chefe. Aqui, quem manda é você! 

Mano, a primeira coisa que eu fiz foi dar um longo beijo na boca daquela loira e ela correspondeu com uma língua maliciosa e excitante. Enquanto beijava Karolina na boca, passei minhas mãos com gosto naquele corpo firme e cheiroso.  

A loira parecia ficar ainda mais excitada do que eu e foi passando as coxas por entre as minhas pernas e alisando a minha barriga com suas unhas grandes. 

Da boca dela eu fui beijando o pescoço da loira e acariciando os peitos. Sorri ao sentir peitos grandes, meio amolecidos, mas com bicos durinhos.

Não demorou muito para eu abaixar o decote dela e começar a saborear aqueles lindos peitos à minha disposição. Fui com vontade mamando nos seios da mulher do meu chefe e tentando escolher o que eu faria com ela primeiramente. 

Após um tempo chupando os peitos grandes de Karolina e passando as minhas mãos onde eu conseguia alcançar, abaixei a calcinha dela e mandei que ela se ajoelha e tirasse a minha calça. 

De joelhos na minha frente, a mulher do meu chefe rapidamente abriu e abaixou a minha calça, junto com a cueca e depois tirou meus sapatos, minha meia e ao olhar para a minha rola endurecida, sussurrou: 

— Até que enfim um pau duro. 

Dei um sorriso e quando eu fiquei totalmente nu, comecei a passar a minha rola pelo rostinho lindo da mulher do meu chefe e pensando besteiras, como por exemplo: 

“Até que enfim alguém para eu foder de verdade e melhor, fazendo como eu quero. Vamos ver como é ser chefe!” 

Passei minha rola no sedoso cabelo daquela loira e mandei que ela abrisse a boca. Com os olhinhos brilhando para mim, Karolina fez o que eu mandei e ao enfiar a minha rola dentro da boca dela, pedi para que ela me chupasse como uma bela de uma puta. 

Assim que eu comecei a revirar meus olhos e a gemer, escutamos a porta lá do escritório abrir e o Ricardo cambaleando escadas acima. Acreditamos que ele realmente deva ter virado quase uma garrafa de vinho, tanto que não soube para que lado ir e parou no meio do caminho. 

Agarrei a cabeça da mulher do meu chefe e fui socando cada vez mais rápido a minha rola naquela boquinha que sabia fazer garganta profunda.

A cada metida eu gemia mais alto com aquele prazer, sorrindo de orelha a orelha. 

Voltamos a escutar o bêbado fora do quarto tropeçando em tudo quanto era lugar e fazendo um barulho pela casa.

Continuei a socar minha rola naquela boca gostosa da Karolina, que ficou com a maquiagem borrada por conta dos olhos que lacrimejavam por causa das minhas metidas. 

Com uma mão eu empurrava a nuca de Karolina, para que ela engolisse toda a minha pica e com a outra, fui acariciando os seios dela, apertando os bicos e gemendo. Levamos um susto quando, de repente, a porta do quarto do casal se abre de uma vez e o bêbado tropeça mais uma vez e cai sentado, bem em frente à cama. 

Karolina para de me chupar e diz para mim: 

— Do chão ele não se levanta mais. E não. Ele não tem arma nessa casa. Se estiver disposto a me comer na frente dele… 

Dei um sorriso maquiavélico para aquela loirinha e depois para o babaca do meu chefe e ordenei para Karolina: 

— Deite-se na cama de pernas abertas, porque eu quero experimentar essa sua boceta! 

— Nossa. Um homem que curte chupar uma vagina? Essa é novidade. 

Comecei a beijar e a lamber os lindos pés daquela loirinha, mas não tirando o salto alto.

Com a minha língua fui lambendo as canelas, as batatas, joelhos e as finas coxas daquela loirinha, que tinha passado um perfumado creme ali. 

Assim que eu vi a boceta da mulher do meu chefe, fiz questão de que ela sentisse mais prazer do que me fez ao chupar a minha rola e isso foi maravilhoso, pois Karolina demonstrava bem o quanto a minha boca e a minha língua fazia em sua xaninha. 

Com uma boceta carnuda, de lábios grandes e clitóris avantajado, eu me fartei. Lambi, suguei e penetrei a minha língua. Senti um forte gostinho de “mel” e revirei meus olhos com aquela degustação. 

Quando Karolina parou de se contorcer e gemer na cama, me levantei e penetrei minha rola dura, bem devagar, até vê-lo sumir dentro daquela boceta gulosa.

O fato é que eu não durei cinco minutos de fortes metidas, com tapas na cara da mulher do meu chefe e ainda mais quando ela pediu para que eu a xingasse das piores coisas. 

Tirei rapidamente meu pau de dentro dela, afinal, eu nem coloquei camisinha. Jorrei minha goza em cima da barriga da mulher do meu chefe, que continuava com seus olhares, porém, como se sentindo culpado pelas merdas que anda fazendo.

Já eu, ainda de pau duro, jorrando “leitinho”, fiz questão de puxar a mulher dele pelos cabelos e voltar a enfiar minha pica na boca dela e falar para o meu chefe: 

— Lembre-se todas as vezes que for beijar a sua esposa. Eu gozei aqui. 

— E eu amei dar para ele. Acho que ele merece um aumento, não merece, hein, meu “marido”?