Ao sair da academia com a Mara, uma morena que logo despertou atenção com sua “bb”, ou seja, com sua bela bunda, a acompanhei até a sua casa, não muito longe de onde estávamos malhando.
Mara tem dezenove anos, um metro e sessenta e pouco de altura, cabelos lisos castanhos até um pouco abaixo dos ombros, olhos de mesma cor e por mais que não seja linda de rosto, além de sua bunda grande, a segunda coisa que me desperta tesão é a sua pequena boca de lábios finos, no qual eu só imagino socar o meu pau grosso.
Todos os dias eu vou fazendo companhia para a Mara, sempre com segundas intenções e aos poucos, vou tirando uma casquinha, afinal, além de morar com os pais, Mara tem namorado.
De vez em quando, vamos por um caminho mais longo e são nessas caminhadas que a putaria vai aumentando, pois são locais ermos, nos quais eu me aproveito para passar a mão na bunda de Mara que sempre usa calças legging socadas, o que dá uma real noção do quanto que aquela baixinha tem um rabo lindo.
Às vezes eu dou a desculpa que a calça dela está suja ou com algum bichinho e vou passando a mão devagar, com a palma aberta, alisando com vontade aquela bunda boa e só pensando:
“Qualquer dia desses, não vou parar!”
O que faltava era um lugar, já que os pais dela estão sempre em casa e quando saem, quem ganha a preferência é o namorado evangélico, ou seja, o namoro deles deve ser bem comportado e sem graça.
“Se eu fico sozinho com essa baixinha de bunda grande, eu fodo de todas as maneiras!” — eu penso, lançando olhares safados para Mara, que parece escutar os meus pensamentos, ficando logo com vergonha.
Certo dia, saímos da academia debaixo de uma chuva rápida e nos abrigamos em um beco apertado, que oferecia uma telha velha.
Nesse dia, Mara estava usando uma calça legging amarela tão coladinha que dava para ter noção do tamanho do grelho dela, mas o que mais aumentou o meu tesão foram seus peitinhos.
Imagina o que acontece com alguém que toma uma chuva de água gelada, saindo da academia com o corpo quente e usando apenas um top branco. Sim, logo os bicos dos pequenos seios de Mara estavam acesos.
Completamente molhada e mais preocupada com o celular, Mara não percebeu que seus seios estavam à mostra debaixo de seu top branco e o melhor, bem pontudos. Dessa vez, não me aguentei e fui logo a pegando por trás, a encoxando, sem nenhuma desculpa aparente.
Estava com tanto tesão que eu não sabia por onde passar as minhas mãos por toda aquela baixinha molhada.
A peguei por trás e por mais que eu seja mais alto e corpulento, me ajeitei para que ela sentisse o meu pau duro roçando sua bunda.
Mara ficou em silêncio, olhando para os lados, dessa vez, preocupada se tinha gente por perto.
Roçava meu pau duro na bunda dela, a pegando pela cintura e sussurrando no ouvido dela:
— Empina essa deliciosa bunda!
Ela me obedecia e eu fazia questão de roçar meu pau com força.
Não demorou muito e fui logo lambendo o pescoço molhado e cheiroso de Mara, que já rebolava, como se estivesse dançando um funk.
Contudo, quando eu passei minhas mãos nos peitinhos dela e senti os bicos endurecidos, eu não aguentei.
Virei Mara para que ficasse de frente para mim, peguei a pequena mão dela e a coloquei para dentro do meu short e mandei:
— Vai me batendo uma punheta, enquanto eu chupo esses seus peitinhos!
Mara, ao sentir a minha rola dura, não mais se preocupou com o mundo à nossa volta e foi, cuidadosamente me batendo uma punheta, olhando pra baixo, toda curiosa. Já eu, passava a minha mão esquerda na bunda dela e a direita, nos peitos, ainda “escondidos” pelo top branco molhado.
Cada vez que eu alisava os peitos de Mara, mais seus bicos ficavam durinhos e claro, mais Mara gemia baixinho, agora, de olhos fechados e mordendo os lábios.
Contudo, deixei aquela baixinha mais louca quando eu parei de passar a mão na bunda dela e fui a masturbando. Assim que eu enfiei a minha mão esquerda por entre as pernas de Mara, ela tentou me parar com uma mão e com a que estava me batendo uma punheta, apertou meu pau com o susto.
Passava a língua no pescoço dela com vontade, mas falei em seu ouvido:
— Hoje vou te fazer gozar apenas com os meus dedos e boca.
E com apenas meu dedo do meio, comecei a massagear o grelho de Mara, que agora, revirava os olhos.
— Levante seu top, porque eu quero mamar nos seus peitinhos. — sussurrei uma última vez para Mara, que me obedeceu.
Me maravilhei com os pequenos seios da baixinha. As aréolas eram pequenas, mas os bicos, de mesma cor, eram pontudos e relativamente grandes.
Não me demorei em apreciar àquela vista e fui engolindo um dos peitos, enquanto acariciava o outro com a mão.
Em poucos minutos, Mara estava surtando na minha frente. Se contorcia, gemia, revirava os olhos e mordia os lábios, enquanto eu devorava seus peitos e acelerava o meu dedo do meio em sua boceta.
Também não me aguentava de tesão e fui guiando a mão de Mara para que me continuasse a bater punheta.
Os nossos gemidos estavam aumentando e ainda bem que a chuva ficou mais forte, pois abafava a nossa sacanagem.
Para a minha felicidade, fui logo gozando com a punhetinha guiada e apertando um dos bicos durinhos de Mara, ela não mais conseguia gemer baixinho e me avisou, com a voz trêmula:
— Acho que estou gozando…
Eu ejaculava gostoso na mão de Mara que não parou de me bater punheta e lambrequei tanto a minha cueca que até eu mesmo não acreditava naquilo.
E então, segundos depois, Mara desaba no chão, se contorcendo seminua, com um grande sorriso no rosto e me olhando de uma maneira apaixonada, enquanto eu me escorava no muro, de pernas bambas e sentindo meu pau amolecendo no meio de tanta porra.