Me convidaram para assistir um jogo de futebol na casa de um dos colegas do meu trabalho e fui mais por conta da cerveja e do churrasco, mas chegando na casa, me deparo com algo muito melhor. Na verdade, com alguém. Manuela, a dona da casa e esposa de um dos caras mais idiotas da empresa. E que espetáculo de mulher! Corpo sinuoso, coxas grossas, bumbum enorme, toda grandona e com uma cara de novinha safada que logo me conquistou.
Apesar de estar “puta” com o marido, Manuela me cumprimentou toda educada e por mais que eu estivesse comportado, não tinha como não comer aquele mulherão na minha frente com meus olhos de safado. Ela estava com uma calça jeans socada e uma blusa branca, mas dava para perceber o quanto ela é gostosa, mesmo com uma roupa simples, de cabelo amarrado e sem paciência para aguentar um bando de machos gritando e falando palavrões.
Depois do babaca do marido dela a humilhar na frente dos convidados e sem nem ligar para os que desejavam a mulher dele, Manuela perguntou se eu poderia ajudá-la e me pegando pela mão, disse para mim: — Eu não estou vestida adequadamente para receber visitas.
Atravessamos a sala, um longo corredor e subimos pelas escadas. Eu nem prestava atenção para onde estava indo, pois meus olhos estavam grudados na bunda de Manuela.
— Espere aqui até eu te chamar, ok? — mandou Manuela e fiquei à espera dela, quando entrou em um quarto. Não estava acreditando que aquela gostosa estivesse me levando para transar e não tinha ideia de que “ajuda” aquela deliciosa queria da minha parte, mas quando ela abriu a porta alguns minutos depois, confirmei as minhas suspeitas.
Manuela estava ainda mais sexy, usando uma minúscula minissaia preta, meias longas de mesma cor, salto alto na cor vermelha e uma blusinha preta semitransparente bem decotada. De cabelos castanhos lisos soltos e maquiada, ela me puxou para dentro do quarto que tão logo eu notei ser de casal.
Ao fechar a porta, eis que Manuela começa a rebolar, fazendo poses e abaixando a minissaia que mostrava quase todo o bundão dela. Com uma carinha de quem estava me convidando para a putaria, não perdi tempo.
Cheguei por trás daquela deliciosa a encoxando e me maravilhando ao sentir meu pau endurecendo em segundos com aquela bunda grande, que agora rebolava contra o meu corpo. Agarrei a cinturinha de Manuela e beijei o pescoço cheiroso dela.
Virando o rostinho e sorrindo para mim, Manuela perguntou: — Você me ajuda a me vingar do meu marido?
Puxei Manuela pelos cabelos e a escutei dar um gemido baixo. Subi minhas mãos e passei pelos peitos, depois virei o rostinho de sapeca que ela estava fazendo e dei-lhe um demorado beijo na boca, com direito a trocas lentas de língua, mas não demorou muito para nos engolirmos com as nossas bocas.
Ainda puxando aquela gostosura pelos cabelos, a levei para a cama do casal e a empurrei. Ela caiu deitada de costas, com o bumbum empinado e com a minissaia encurtada, me revelando logo a buceta. Fui tirando a minha roupa e sussurrando: — Caralho, você está sem calcinha… E que buceta suculenta você tem! Se fosse teu marido, te foderia todos os dias, mesmo vendo futebol.
Pelado e de pau ereto, minha vontade era de penetrar aquela buceta carnuda na minha frente, mas precisava sentir o gosto daquela xaninha. Fui devagar passando as minhas mãos nas pernas de Manuela, alisando com firmeza suas coxas grossas e focado naquela vagina apetitosa e cheirosa. Ao passar as minhas mãos naquela bunda enorme, afastei as nádegas e colei meu rosto naquela xaninha. Dei um cheiro revirando meus olhos e com água na boca.
Com gosto passei a minha língua naquela xaninha suculenta e para o meu delírio, o gosto era viciante. Mesmo com o meu pau já doendo de tão duro que estava, chupar aquele grelho era o verdadeiro prazer. Sem falar que escutar os gemidos daquela gostosa, me fazia bem também.
Lambi, chupei, penetrei a minha língua naquela xaninha de gosto forte e suguei de dar estalos. Se pudesse, morderia. Minha língua deixou Manuela enlouquecida e não demorou muito para que ela ficasse de quatro na minha frente, implorando por rola.
Foi ela quem pediu para fodê-la com força e quando eu a penetrei, porra, que prazer indescritível eu senti. Agarrei aquela gostosa pela cintura e fui socando violentamente meu pau fazendo com que nós dois gemêssemos comportados. O melhor de tudo foi puxar ela pelos cabelos com uma mão e descer os tapas na bunda dela com outra mão, deixando as nádegas vermelhas. Aproveitei para enfiar meu polegar no cuzinho dela enquanto a fodia.
Aquela foda não demorou muito e ao avisar que estava gozando, eis que Manuela pediu para mim: — Goza dentro da minha boca? Adoro sentir um gosto novo de porra… Escutando aquela voz melosa e fina, vendo a carinha de vagabunda que Manu fazia, não tinha como me segurar por mais tempo. Tirei meu pau de dentro dela e assim que tirei a camisinha foi porra bem na carinha de Manuela, que sorridente, pegou meu pau e o engoliu.
Revirava meus olhos ao sentir a boca daquela safada sugando meu pau e sem mais forças, desabei na cama.
Qual não foi a nossa surpresa ao escutarmos o marido dela gritando seu nome e avisando que estava subindo as escadas. Não sei como vesti tão rapidamente a minha roupa, mas para não ser pego pelo corno babaca, tive que sair pela janela, quase me estropiando.
Ia sair fora daquela casa, mas meus colegas de trabalho me chamaram para me juntar a eles na sala, dizendo que se todos estivessem juntos, o corno não saberia ainda quem é que come a mulher dele todas às quartas-feiras, dia de futebol. Me senti como se estivesse em um clube privado e quando soube que todos já foderam aquela casada, começamos a combinar uma gangbang e até um bukkake que é um dos fetiches de Manuela.
Por fim, pensei: “Eu é que não queria ser o marido de Manuela!”