Conto Erótico: A amiga da minha mãe

Depois que eu fui visitar a minha mãe em seu local de trabalho e vi as amigas deliciosas que ela tem, percebi que elas também se interessaram por mim. Como? Bom, muitas delas começaram a visitar, com mais frequência, a nossa casa. Como por exemplo, a Alice.

Alice, trinta e três anos, linda de rosto e uma delícia de corpo, tem um metro e sessenta e cinco de altura, com uns cinquenta quilos. Loira de cabelos ondulados, olhos castanhos escuros, boca delicada e pequena e desde que eu a conheci, me faz umas carinhas de safada quando ninguém está prestando atenção.

Minha mãe me contou que Alice tem problemas com os namorados dela, que sempre reclama que são uns lerdos, apesar de serem boas pessoas. A teoria da minha mãe é de que essa sua amiga gosta mesmo é de caras safados que a trate mal e bom… Eu sou esse tipo de cara.

Certa noite, sabendo que a minha mãe não estava em casa, Alice aparece no portão, tocando o interfone e já pela câmera de segurança, noto que ela veio para me seduzir. Estava com um vestido vermelho bem curtinho e justo, com um decote avassalador e pronta para a putaria.

Eu, que tinha acabado de tomar um banho e estava enrolado na toalha, senti a minha rola endurecer em questão de segundos e abriria a porta daquela maneira, para não enrolar muito.

Quando essa amiga da minha mãe entrou na minha casa, veio desfilando e me olhando com uma cara de putinha que me deixou com a boca seca.

Usando um salto alto, maquiagem e perfume que senti de longe, Alice não finge surpresa ao me ver apenas de toalha e, pela primeira vez, ficou com vergonha, principalmente ao ver o meu membro duro e em evidência por baixo do tecido

Ela veio com a desculpa de que tinha brigado com o namorado e que ele a deixou transtornada, na rua e sem carona. Ofereci uma bebida e ela perguntou o que eu tinha de mais forte. Dei um sorriso e disse que tinha uma garrafa de vodca no meu quarto. 

Sim. Eu já estava com más intenções e nós sabíamos que a minha mãe não demoraria muito tempo na rua.

No percurso da porta de entrada da minha casa até o meu quarto, já fui passando a mão na bunda de Alice. Comecei de leve, alisando e sentindo toda a sua pequena e redondinha bunda por baixo daquele curto vestido.

Ao subir pelas escadas, fui apertando as nádegas de Alice e conforme o vestido dela subia e encurtava, logo eu vi a calcinha minúscula dela.

Já ao entrar no meu quarto, comecei a dar-lhe tapas na bunda e a xingá-la, deixando a minha toalha cair no chão e nos trancando lá dentro.

Me encostei na porta e puxei a loira por trás, logo a fazendo sentir a minha rola dura, roçando a sua bunda.

Passei a minha mão esquerda nas coxas finas e lisinhas de Alice, enquanto que, com a mão direita, já fui puxando o cabelo dela com força. Ela gemeu e empinou a bunda, rebolando de leve e sussurrando: 

— Gostoso!

Eis que então, eu sussurro no ouvido dela:

— Vagabunda!

Ela dá um sorriso, me olha com uma cara de putinha e sussurra novamente para mim:

— O que você vai fazer comigo?

A pego pelo braço e a empurro para a minha cama, com ela caindo sentada e com o vestido subindo até a barriga. O decote também fica desajeitado e logo aparece a aréola de um dos seios e aquilo me deixa mais louco, afinal, sou apaixonado por seios.

Puxo a loira para que ela fique na beirada da cama, abro as suas pernas sem muita delicadeza e afastei a calcinha dela, a fim de olhar sua boceta.

Alice fique sem reações e me deixa fazer o que eu quero com ela, para a minha felicidade.

Ao olhar sua boceta pequena, com pelos pubianos, sinto uma louca vontade de chupar aquela xaninha, mas para isso, eu precisava me “acalmar” um pouco.

— Você veio aqui para ser a minha puta, não é? — falei para ela, afastando seu decote com brutalidade e me maravilhando com os lindos seios que surgiram. 

Fixando meus olhares naqueles peitos, Alice pega o meu pau delicadamente e vai me batendo uma leve punheta, enquanto eu fixo meus olhos em seus peitos.

Era a primeira vez que eu via lindos seios, desses com aréolas claras, da mesma cor que os bicos, que são pequenos e meio rosados. Apesar dos seios serem meio caídos, são médios e quando comecei a tocá-los, fiquei todo arrepiado e comecei a gostar ainda mais de Alice que, ficou ainda mais linda, sabendo tocar na minha rola sem afobação.

Deixei que Alice chupasse a minha pica da sua maneira. Ou seja, ela começou devagar, lambendo a cabeça da minha rola e me olhando nos olhos.

Eu acariciava os seios dela com uma mão e com a outra, alisava o rosto de Alice, que aguardava algumas vezes, meus tapas, que estava a fim de dar.

Foi lindo ver que a minha rola era grossa o bastante para a pequena boca daquela loirinha. A princípio, Alice foi engolindo até onde dava e depois, passava a língua por todo o meu pau, a deixando bem babadinha.

Ficando cada vez mais excitado e querendo gozar com aquele boquete, afastei a mão de Alice da minha rola de uma maneira ríspida e falei para ela:

— Deixa eu te mostrar como eu gosto, sua puta!

E então agarrei a cabeça daquela loira e soquei minha rola até onde dava, forçando o boquete e a escutando engasgar. Não parei de fazer aquilo, liberando a minha vontade de querer me aliviar.

Socava a minha rola cada vez mais rápido e empurrava a cabeça de Alice para perto do meu corpo, quase conseguindo que ela fizesse garganta profunda.

Revirava os meus olhos, levantava a cabeça e já sorria ao sentir que o gozo estava próximo, quando escutamos o portão da minha casa abrindo. Alice até que tentou parar de engolir a minha rola, mas falei grosso com ela:

— Não para, sua puta! Você entrou aqui para isso!

Então empurrei novamente a loira para que se deitasse na minha cama e fui para cima dela, enfiando novamente a minha rola para dentro de sua boca e usando o peso do meu corpo para que ela continuasse a engolir a minha pica.

— Isso, sua vadia! Engula tudo. Estou prestes a gozar gostoso. — falei, sussurrando e escutando tudo à nossa volta.

Depois que a minha mãe entra com o carro na garagem, normalmente ela liga para o meu pai, que está viajando e ficam conversando por uns bons minutos e foi por isso que a gente não escutou a porta do carro abrindo e fechando.

Socava cada vez mais rápido a minha rola na boca de Alice, que agora, lacrimejava e sugava a minha pica, gemendo também.

— Vai putinha! Engole minha rola, vai. Era isso que você queria hoje, não é? Sentir a minha rola dentro de você. Vagabunda!

Quanto mais xingava, mais rápido metia a minha rola naquela boquinha molhada e gostosa.

E então, de repente, sem avisar a loirinha safada, sinto um longo jato de porra esvaindo de dentro de mim e Alice engolindo o meu “leitinho” sem outra opção.

Dei um largo sorriso e gemido ao gozar e ter a minha porra engolida por Alice, sem que ela reclamasse, como as outras garotas com quem fico da minha idade.

Ao retirar a minha rola de dentro da boca de Alice, eis que ela é surpreendida com mais porra, que vai espalhando por seu rosto, cabelo e desce para os seios peitos.

Mesmo aliviado, faço questão de passar a minha pica pela carinha de safada que Alice me faz e não me demoro em lhe dar uma bofetada e um “elogio”:

— Você me surpreendeu. É muito mais gostosa do que eu imaginava.

E eis que ela continuava a me surpreender. 

Alice então vai pegando a minha porra e engolindo, como que se estivesse saboreando um doce que ela queria muito experimentar.

— Mas é uma puta mesmo. — comentei, voltando a socar a minha rola na boca dela e dizendo:

— Limpa a minha pica, sua vadia!

Ao escutarmos a porta do carro da minha mãe abrindo, lá da garagem, eis que Alice para de chupar a minha rola e confessa, arrumando a sua roupa na minha frente e ficando de pé:

— Eu não fui totalmente honesta com você. Eu vim com o meu carro e ele está parado bem perto do portão da casa. Com certeza sua mãe vai reconhecê-lo.

— E qual vai ser sua desculpa? — perguntei, me vestindo sem muita pressa.

— Vou falar que briguei com o meu namorado e que você me acalmou.

Olhei para a carinha dela e quando ela estava apresentável, com direito a rosto lavado e usado um enxaguante bucal para disfarçar o hálito de puta, a peguei pelo pescoço, puxei para perto de mim e falei, quase como uma “ameaça”:

— Então faça de tudo para dormir aqui em casa, pois eu vou, com certeza, te acalmar. Com a minha rola!

Alice sorriu e disse por fim, antes de sair do meu quarto:

— Farei o meu melhor!

Enquanto Alice corria para a sala de estar, fui procurar nas minhas coisas alguns pacotes de camisinha. 

Caso a amiga da minha mãe realmente conseguisse dormir aqui em casa, faria com ela o que nunca fiz com nenhuma ficante da minha idade. E se fosse possível, com nenhuma puta.